A partir da problematização da Praça Dr. Prado, eu e meu grupo de Diamantina ficamos incumbidos de formular um objeto que seguisse os conceitos parametrização e da virtualidade. Era necessário criar um objeto que seguisse parâmetros em seu design que, ao serem modificados, permitissem uma atualização da interação entre interface-indivíduo e indivíduo-indivíduo, assim, configurando na latência de inúmeras possibilidades de uso (virtualidade).
Partindo da problematização, queríamos uma estrutura que conseguisse explorar o espaço e ao mesmo tempo permitir a interação entre as pessoas. Dessa forma, acabamos pensando uma uma estrutura pantográfica que pudesse manter uma forma "montada" (foto abaixo) e também uma forma aberta através da retirada do eixo que possui apenas uma roda, e que em qualquer dessas formas pudesse andar através do input sombra.
Porém, como nem tudo são flores, nosso circuito que conectava motor das rodas, bateria, resistências e LDR invertido, não deu certo. Com isso, nossa ideia de introduzir a virtualidade fazendo-se uso da eletrônica foi por água abaixo.
(circuito do objeto)
(cálculos para a formulação da estrutura)
(prancha para corte)
(vídeo que simula a atuação desejada)
(maquete - demonstração da articulação pantográfica)
(Objeto "montado" e "aberto")
(Por fim, uma foto representativa do objeto final, mais conhecido como "Diabo")








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